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Não Há Gente Como a Gente

Um blogue. Um podcast. Um par de palermas.

Não Há Gente Como a Gente

Um blogue. Um podcast. Um par de palermas.

21º dia de quarentena.

Alguns produtos começam a escassear, e vejo-me obrigado a recorrer ao improviso.

A comida está a dar as últimas, mas hoje ainda consegui comer uma fatia de queijo flamengo e duas metades de duas azeitonas, que quando juntas fizeram uma azeitona completa. E até aproveitei o caroço para servir de tempero a futuras refeições. Por enquanto não me posso queixar.

O sabão da loiça acabou. De momento estou a lavar os pratos e talheres com gel de banho, que isso comprei em doses industriais. Espero que não seja muito estranho comer em loiça a cheirar a duche.

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O papel higiénico também já era – talvez por eu ter estado a forrar a casa toda com ele. Vale-me o facto de ter guardado todas as cascas das bananas que tenho comido, por o primo de um tio da namorada de um médico do Hospital Santa Maria me ter dito no WhatsApp que o potássio era muito bom contra o vírus. Homem prevenido, cu lambido, já dizia a minha avó (e já na altura eu achava um ditado estranho).

Finalmente, em termos de vinho, a situação também não está famosa. Tenho bebido os frascos de perfume que tenho em casa, já que tão cedo não me vou perfumar para sair à rua. Ainda ontem, ao jantar, abri um belo Paco Rabanne, e estou a guardar um Dior Reserva para uma ocasião especial.

Apesar de tudo, estou bem, não se preocupem.

Podem é trazer-me mais bananas, que dão jeito quer para a alimentação, quer para a higiene.

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